Sobre
Duas formações que só parecem distantes de fora.
Analista de sistemas pela UCSAL. Psicólogo pela Unijorge, CRP zero, três, barra, um, quatro, dois, oito, oito. Em Salvador, desde 2016, atendendo empresas e pessoas.
A pergunta que eu mais ouço
"Mas o que uma coisa tem a ver com a outra?"
Vim primeiro da tecnologia. Passei anos construindo sistemas para empresas em Salvador e aprendi cedo que a parte difícil quase nunca é técnica: é entender por que uma equipe inteira ignora o software que custou caro, ou por que uma tela que parecia óbvia trava todo mundo.
A psicologia entrou por aí, e não como hobby. Me formei pela Unijorge em 2015 e, durante a graduação, me inclinei ao atendimento de pessoas com deficiência e de seus familiares. Foi ali que as duas formações se encontraram de vez: eu passava o dia construindo interfaces e a semana ouvindo, no consultório, as pessoas que ficam de fora quando essas interfaces são mal feitas.
Desde então trabalho nas duas frentes sem separar uma coisa da outra. Os sistemas que eu entrego saem acessíveis porque eu sei quem está do outro lado. E o atendimento que eu faço a pessoas com deficiência é mais concreto porque eu sei, tecnicamente, o que poderia ser diferente na vida digital delas.
Como eu trabalho
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Escutar antes de propor
Vale para os dois lados. Nenhum orçamento e nenhum plano de tratamento começam antes de eu entender o que está acontecendo de verdade.
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Escrever o que foi combinado
Escopo, prazo, frequência, valor. O que não está escrito vira mal-entendido — em projeto de software e em contrato de atendimento.
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Não deixar ninguém de fora
É o que amarra tudo. Um sistema que exclui parte dos usuários está mal feito, mesmo que funcione. Uma escuta que só alcança quem já sabe falar de si também.