Acessibilidade Como este site foi feito
Sidney Reis Borges Analista de sistemas Psicólogo · CRP 03/14288

Analista de sistemas · UCSAL

Software que o seu time consegue usar sem treinamento.

Sistemas web sob medida para empresas que já perderam dinheiro com planilha compartilhada — e com software caro que ninguém abre.

PHPMySQL IntegraçõesAutomação Manutenção contínua

O que eu faço

Quatro frentes

Sem pacote fechado. O que existe é o seu processo — o software se adapta a ele, e não o contrário.

Sistemas de gestão

O controle que hoje mora numa planilha que só uma pessoa entende vira um sistema com acesso por perfil, histórico e relatório. Feito sobre o processo que a sua empresa já tem.

Sites institucionais e lojas

Site que carrega rápido no 4G, funciona no celular de verdade e aparece na busca. Loja virtual com meio de pagamento integrado e estoque que conversa com o seu controle.

Automação e integração

O que hoje é copiar de um sistema e colar em outro passa a rodar sozinho. Emissão, conferência, envio de relatório, integração entre ferramentas que não se falam.

Acessibilidade digital

Auditoria e adequação de sites já existentes às WCAG 2.1, ao eMAG e à LBI 13.146. É a frente em que a minha segunda formação faz diferença — explico aqui por quê.

O que vem junto, sem custar à parte

Acessibilidade não é item de orçamento aqui.

Na maioria dos fornecedores, "site acessível" é uma linha a mais na proposta — e costuma virar um plugin que põe um botão de contraste na tela e não resolve nada.

Isso não é generosidade. É que refazer depois custa mais caro do que fazer certo na primeira vez.
  • LBI 13.146/2015. Se a sua empresa presta serviço público ou atende ao consumidor, acessibilidade já é obrigação legal — não diferencial de fornecedor.
  • Não é plugin. Botão de contraste flutuante não corrige estrutura, rótulo, ordem de foco nem mensagem de erro — que é onde a barreira mora.
  • Texto alternativo escrito por gente, descrevendo o que a imagem comunica naquele lugar — não o nome do arquivo.

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Como um projeto acontece

Quatro etapas, nesta ordem

A ordem importa: quase todo projeto que dá errado pulou a primeira etapa.

  1. Entender o processo que já existe

    Antes de falar em tela ou tecnologia, eu acompanho como o trabalho é feito hoje — inclusive os atalhos que ninguém documentou. É de graça e é a parte que define o resto.

  2. Proposta com escopo e prazo escritos

    O que entra, o que não entra, quanto custa e quando fica pronto. Sem "a combinar". Se algo mudar no meio, muda por escrito.

  3. Entrega em partes, com o time usando

    Nada de sumir três meses e reaparecer com tudo pronto. Cada parte vai ao ar, é usada de verdade e ajustada antes da seguinte começar.

  4. Manutenção com dono e prazo de resposta

    Sistema no ar precisa de alguém que atenda quando quebra. O prazo de resposta fica no contrato — não na boa vontade.

Quem faz

Sidney Reis Borges

Analista de sistemas formado pela UCSAL. Vim primeiro da tecnologia: passei anos construindo sistemas para empresas em Salvador e aprendi cedo que a parte difícil quase nunca é técnica.

É entender por que uma equipe inteira ignora o software que custou caro, ou por que uma tela que parecia óbvia trava todo mundo.

Também sou psicólogo, e não como hobby: é o que me deixa enxergar quem fica de fora quando uma interface é mal feita. As duas formações trabalham juntas — a interseção tem página própria.

Ver a trajetória completa

Sidney Reis Borges de beca e capelo no dia da formatura, entre duas pessoas.
Formatura · UCSAL

Próximo passo

Me conte o problema, não a solução

"Preciso de um sistema" é difícil de orçar. "Perco duas horas por dia conferindo planilha" eu resolvo.